Há algumas semanas, a assessoria da Nike me convidou para uma corrida surpresa. Infelizmente São Pedro e a minha agenda entraram em conflito e, no fim das contas, eu não consegui participar.
Felizmente, a assessoria me chamou para um café da manhã quando eu estava em São Paulo e eu pude pelo menos saber mais detalhes do motivo desse treino surpresa. Eles queriam me apresentar o Nike Free 5.0!

Tudo isso foi uma feliz coincidência pra mim. Há alguns meses eu conversei com meu personal sobre tênis e quebrei alguns mitos. Eu havia dito à ele que sonhava com esse modelo da Nike na cor rosa, mas tinha medo de não ser bom pra corrida, afinal sempre ouvi que as melhores opções para running são Mizuno ou Asics. Na hora, o Arthur disse que para o meu volume de treino, eu não precisava pensar assim. Ele até comentou que seria legal termos um tênis mais leve para os nossos treinos de tiros e tudo mais.
Logo que o meu bate papo com a assessora começou, me surpreendi mais uma vez. Ela me contou que a empresa começou com as corridas e eu falei pra ela que jurava que a mesma tinha nascido do futebol. Conversamos muito e fui ficando interessada nos diferentes tênis da marca, sem falar na ideia do Nike Free, que tem disponíveis os modelos 3.0, 4.0 e 5.0 (o meu).

Pelo que saquei da história, no início dos anos 2000, a Nike estudou uma equipe de corredores que se lesionava bem menos que os outros. A partir daí, descobriram que eles corriam descalços uma vez por semana, e por isso, fortaleciam diferentes músculos dos pés que os tênis de corrida em geral não trabalham. Assim, o lance de correr descalço chamou a atenção.
Nessa busca pelo maior fortalecimento muscular dos pés, a empresa criou o Nike Free, que visa o movimento mais natural e orgânico possível. O objetivo da linha resumidamente seria oferecer este e outros benefícios de correr descalço, só que com a tração e a proteção do tênis.
Resolvi começar devagar com o tênis e ir sentindo aos poucos, afinal, seria normal ter dores nos músculos que eu não movimentava antes. #ficaadica
Logo de cara, usei para passear e me apaixonei pelo conforto dele! Estava super curiosa para treinar e contar detalhes para vocês.
No fim da semana passada, tive duas aulas com o personal e obviamente separei os modelos para treinar.

No primeiro dia nosso treino foi na esteira e, de cara, o tênis me surpreendeu muito! No segundo dia, corremos na pista da praia e eu continuei curtindo. Depois desses dois treinos, pude concluir algumas coisas (opinião própria, claro, não é regra):
1) Tiros curtos em alta velocidade: Achei a leveza do modelo inquestionável. Muito mais fácil correr esse tipo de estímulo com ele, sem abusar do amortecimento do calcanhar e evitando um incômodo no músculo tibial anterior (obrigada pela aula técnica, Arthur! rs)
2) Tiros maiores em baixa velocidade: Nesse caso, eu estranhei um pouco, tive que pensar minha passada e encontrar uma forma para evitar flexionar demais a parte da frente do pé. Ninguém merece sentir incômodo! Depois de alguns minutos, eu já estava tirando de letra.
3) Caminhada: Acabei usando mais o amortecimento do tênis e gostei de verdade.
Em linhas gerais, acho que vou começar usando o modelo algumas vezes na semana para garantir uma melhor adaptação. Ele é macio, leve, flexível, confortável e perfeito para treino de tiros curtos.
Acredito que se eu fosse correr uma maratona ou uma fazer uma corrida longa de baixa velocidade, apostaria num tênis mais durinho, o que hoje em dia não é meu caso. O Arthur me deu várias dicas para ajustar a pisada ao tênis e eu fiquei bastante satisfeita com o resultado dos dois treinos que fizemos.
Gostei tanto que só estou levando ele pras minhas férias, mais mole e levinho pra pôr na mala! <3
Beijos
Jô