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23
mai
2013

Projeto saúde: primeira semana pós detox 2013

Detox da Jô, Dieta, Lifestyle, parceria, Saúde, Variadas (f)utilidades

Semana passada contei um pouco sobre como foi o meu detox de 10 dias! Ele já acabou e, por isso, fiz outra consulta com a Fernanda, uma das nutricionistas da clínica Patricia Davidson Haiat, que adaptou minha receita pós detox.

Eu pedi que ela pegasse pesado porque eu ainda tinha mais 20 dias para completar a minha meta e, nesse meio tempo, ainda teria um casamento onde seria madrinha (falei dele aqui, aqui e aqui) e não queria me preocupar em pisar na jaca ou não.

Para minha sorte, consegui aumentar minhas aulas com o Arthur e os treinos ficaram intensos! Do dia 13 ao 22 eu consegui fazer mais de 4 aulas e acredito que isso tenha ajudado no resultado final deste período.

Neste tempo, eu perdi mais 1,5kg na balança, totalizando 5,7kg em 19 dias. O melhor de tudo foram os 2,7kg de gordura eliminados, fiquei tão feliz que nem liguei muito de ter ganho 900 gramas de água (culpa dos dois drinks que tomei no casamento).

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Falando no casamento, achei bem legal que consegui curtir, aproveitar e não sofrer! Não soltei a franga, como faria no passado, mas jantei, comi alguns docinhos (sem leite) e tomei dois drinks. Não deixei de comer nada do que queria, mas fiquei bem focada em não comer demais.

O plano alimentar continua tenso, mas isso foi o que EU pedi. Normalmente as meninas da clínica montam um plano pós detox mais tranquilo, mas como eu disse, tenho uma meta para fechar nesse dia 3 e estou focando nela!

Espero conseguir treinar bastante essa semana e logo, logo vou falar um pouco mais sobre esse universo dos treinos para vocês!

Espero que esse meu desafio de peso continue tento sucesso daqui pra frente, se eu mantiver esse ritmo lá para o verão estará tudo bem!!! :)

Beijos e obrigada a todos que vem dando força!

Quem quiser ler sobre tudo que já rolou por aqui sobre dieta & detox pode vir nessa tag aqui!

23
mai
2013

Book do dia: Morte Súbita

Cultura, Lifestyle

Eu sou da geração que cresci com Harry Potter, cheguei a me assustar quando me dei conta que tinha apenas 13 anos quando li o primeiro livro. Por isso, é óbvio que depois de anos orfã de HP (gosto até hoje e releio, admito!), eu fui mais uma que se empolgou com o lançamento de um novo livro da J.K. Rowling.

Foi bom eu não ter comprado assim que chegou nas livrarias, pois tive tempo de ler inúmeras críticas, desde as mais profissionais (muitas elogiaram), até as de pessoas decepcionadíssimas porque não tinha um traço de Harry Potter naquelas linhas. Dito isso, posso ter certeza que eu abri o livro (físico mesmo, até hoje não foi para o Iba!) sem muitas expectativas.

E mesmo sem esperar nada, QUE LIVRO CHATO.

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A história em si tem potencial, e a construção também. Relações familiares e interpessoais são contadas a partir de uma briga política/territorial de membros do conselho distrital de uma cidadezinha pequena que disputam a vaga de um sujeito que morreu.

Nós vamos acompanhando o desenrolar da história através dos olhos de cada núcleo familiar. É aí que eu achei que mora o problema. São 8 núcleos, com 19 pais e 11 filhos no total (acho que nem em Salve Jorge tinha tanta gente). Eu senti que J.K. Rowling quis criar personagens densos demais, mas não tem espaço em 501 páginas para 30 personagens com questões psicológicas/problemáticos. E olha que essas questões são bem reais, que nós já vivenciamos ou sentimos alguma hora na vida, daria pano pra manga, sabe?

O resultado? Alguns personagens idiotas, outros que poderiam ser muito mais explorados e uma história que se arrasta em diversas partes. Juro que cogitei fechar o livro algumas vezes, mas sou teimosa (e curiosa) demais para ficar sem saber o que acontece no final.

Falando em final, esse sim é surpreendente e nada típico do que conhecíamos em Harry Potter. A única coisa que adianto é que a surpresa não é das melhores.

Alguém leu? Gostou ou não? Quero saber se dá pra mudar de opinião (odeio não gostar de algum livro ou filme! rs)!

Beijos

Carla

20
mai
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 – A vez da Angelina

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Essa semana o assunto foi a revelação de Angelina Jolie ter feito uma mastectomia dupla depois de saber que tinha 87% de chances de vir a ter cancer de mama. Saiu em todos os jornais, revistas, portais e o assunto foi amplamente compartilhado.

Por aqui, a opinião é bem dividida. Enquanto eu, Carla, que prefiro prevenir a remediar, concordei com a atitude, a Jo ainda se encontra em cima do muro, por achar um procedimento muito agressivo.

Atitude extrema ou não, a verdade é que essa é uma cirurgia conhecida por diminuir a auto estima das mulheres, e ter uma pessoa tão pública quanto Angelina falando abertamente sobre isso é uma ajuda e tanto.

PS para diminuir a tensão: Mais alguém imaginou Jennifer Aniston p. da vida?

2 – Menos auê, mais autenticidade

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Outro dia, lendo o Hoje Vou Assim Off, ficamos sabendo da história do vestido que fazia parte da coleção Agatha para C&A que podia ser encontrado no E-bay, por muitos reais a menos.

De uns tempos pra cá, o que mais temos ouvido são dúvidas em relação à essa quantidade enorme de parcerias, e aproveitamos a oportunidade para responder: também não sabemos o motivo e não entendemos por que tantas em tão pouco tempo (e com algumas marcas que não fazem sentido, como a Daslu para Riachuelo, por exemplo).

O resultado dessa quantidade de parcerias, uma atrás da outra, não poderia ser diferente: qualidade ruim, pouca identificação com o DNA da marca parceira, importações da China, peças quase iguais à outras que não são de coleções especiais, e por aí vai…

Lá fora essas parcerias com fast fashion continuam um sucesso porque não chegaram nem perto da banalização. Ainda é algo único, especial, de marcas que realmente são de luxo.

Nós entendemos que essa fórmula é um sucesso, traz públicos diferentes para as lojas, gera vendas, movimenta o consumo. Mas será que não está rolando um exagero?

Estamos com a Ana na campanha “Pela volta das coleções assinadas realmente interessantes, com estilistas brasileiros, com qualidade superior e etiqueta “feito no Brasil”.”

3 – O novo “Aham, Claudia, senta lá”.

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Alguém ainda fala “aham, claudia” quando não tá muito interessado e/ou acreditando em alguma história? Nem vamos falar para parar de usar porque essa giria é boa demais para cair no ostracismo, mas quem quiser, pode atualizar o vocabulário porque Xuxa dit it again!

A menina foi comentar no Facebook pedindo ajuda para se tornar cantora e qual foi a resposta da Rainha dos Baixinhos? Falou para a menina entrar no The Voice! Sério, e ainda quer receber esse título? hahahahahahaha Piada pronta, né?

Então anotem aí, da próxima vez que alguém vier te pedir algum favor maluco, é só mandar um “xi, marcella, entra no the voice” e não se manifestar mais. Depois dessa, é só partir pro leque, leque, leque.