1 – A vez da Angelina
Essa semana o assunto foi a revelação de Angelina Jolie ter feito uma mastectomia dupla depois de saber que tinha 87% de chances de vir a ter cancer de mama. Saiu em todos os jornais, revistas, portais e o assunto foi amplamente compartilhado.
Por aqui, a opinião é bem dividida. Enquanto eu, Carla, que prefiro prevenir a remediar, concordei com a atitude, a Jo ainda se encontra em cima do muro, por achar um procedimento muito agressivo.
Atitude extrema ou não, a verdade é que essa é uma cirurgia conhecida por diminuir a auto estima das mulheres, e ter uma pessoa tão pública quanto Angelina falando abertamente sobre isso é uma ajuda e tanto.
PS para diminuir a tensão: Mais alguém imaginou Jennifer Aniston p. da vida?
2 – Menos auê, mais autenticidade
Outro dia, lendo o Hoje Vou Assim Off, ficamos sabendo da história do vestido que fazia parte da coleção Agatha para C&A que podia ser encontrado no E-bay, por muitos reais a menos.
De uns tempos pra cá, o que mais temos ouvido são dúvidas em relação à essa quantidade enorme de parcerias, e aproveitamos a oportunidade para responder: também não sabemos o motivo e não entendemos por que tantas em tão pouco tempo (e com algumas marcas que não fazem sentido, como a Daslu para Riachuelo, por exemplo).
O resultado dessa quantidade de parcerias, uma atrás da outra, não poderia ser diferente: qualidade ruim, pouca identificação com o DNA da marca parceira, importações da China, peças quase iguais à outras que não são de coleções especiais, e por aí vai…
Lá fora essas parcerias com fast fashion continuam um sucesso porque não chegaram nem perto da banalização. Ainda é algo único, especial, de marcas que realmente são de luxo.
Nós entendemos que essa fórmula é um sucesso, traz públicos diferentes para as lojas, gera vendas, movimenta o consumo. Mas será que não está rolando um exagero?
Estamos com a Ana na campanha “Pela volta das coleções assinadas realmente interessantes, com estilistas brasileiros, com qualidade superior e etiqueta “feito no Brasil”.”
3 – O novo “Aham, Claudia, senta lá”.
Alguém ainda fala “aham, claudia” quando não tá muito interessado e/ou acreditando em alguma história? Nem vamos falar para parar de usar porque essa giria é boa demais para cair no ostracismo, mas quem quiser, pode atualizar o vocabulário porque Xuxa dit it again!
A menina foi comentar no Facebook pedindo ajuda para se tornar cantora e qual foi a resposta da Rainha dos Baixinhos? Falou para a menina entrar no The Voice! Sério, e ainda quer receber esse título? hahahahahahaha Piada pronta, né?
Então anotem aí, da próxima vez que alguém vier te pedir algum favor maluco, é só mandar um “xi, marcella, entra no the voice” e não se manifestar mais. Depois dessa, é só partir pro leque, leque, leque.







