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17
mai
2013

Trip Tips: 23 dias na Ásia

Ásia, Trip tips, Viagem

A Nathalia, nossa vizinha de blogroll com o Coisas Que Amamos, fez uma viagem recente à Ásia que nos deixou com invejinha, confessamos. Cada foto era um suspiro (e uma curtida no insta! hehe).

É claro que não pensamos duas vezes em pedir para que ela fizesse um resumo de sua viagem, mas os relatos detalhados estão todos linkados aqui no post!

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Missão quase impossível essa que essas meninas me deram, hein! Escrever resumidamente tudo que eu vi, ouvi e vivi em 23 dias de viagem pelo sudeste asiático. Uau! Vamos começar pelo roteiro. Saindo dos padrões comuns, comecei a viagem por Hong Kong, que não chega a fazer parte do sudeste asiático, mas mesmo assim fez parte da minha viagem. De lá, segui para o Vietnã onde conheci Hanói, Halong Bay e Ho Chi Minh. Depois fui para o Camboja e visitei Siem Reap. Para finalizar, escolhi a Tailândia. Passei por Phi Phi, Samui e Bangkok.

E vocês vão me perguntar: em 23 dias dá pra fazer isso tudo? Sim, dá! Com calma? Não, sem calma. Tiveram lugares como Hanói que eu fiquei muito pouco tempo, mas realmente acho que dá pra conhecer esses lugares em 23 dias (contando os dias de ida e volta).

Fiz os vôos Rio – Ásia – Rio de Emirates e, internamente, peguei companhias aéreas locais. Sem medo, sem susto. Comprei tudo pela internet e não tive problemas. Voar internamente me poupou tempo e isso era precioso para mim. Mas agora vou falar um pouco (bem resumidamente) de cada um dos lugares que visitei pra vocês conhecerem melhor.

HONG KONG

dicas-asia-hong-kong-coisas-que-amamosA cidade é grande, super moderna e dividida em ilhas. Cismei em conhecer HK quando descobri que o maior buda sentado ao ar livre do mundo ficava lá. (E isso me levou a pensar que existem budas tão grandes ou maiores sentados que não estão ao ar livre, e outros que não estão sentados e por aí vai. Mas isso não vem ao caso agora).

Acho que quem, como eu, tem pouco tempo por lá, não pode perder os pontos turísticos principais como: Avenue os Stars, Victoria Peak (que tem uma vista linda da cidade), Buda Sentado e show de luzes. Vendo isso, você já pode dar aquele check em HK. Claro que a cidade tem muito mais coisas a oferecer. Ah! Não deixem de provar um prato típico chamado Dim Sum. É uma delicia.

Aproveitei que tinha tempo e dei um pulinho em Macau para conhecer um pouquinho da parte antiga da cidade. Achei bacana e tal, mas se você estiver sem tempo, eu não recomendo. Você vai perder pelo menos dois terços do seu dia indo, voltando e curtindo por lá.

Pra quem quer fazer compras, HK é o lugar certo. Além de ter todas as marcas de luxo, tem também um super outlet (na estação de metrô que fica pertinho do Buda) e várias lojas locais muito boas de conhecer.

Post completos aqui:
http://coisasqueamamos.com/2013/03/19/diario-de-viagem-macau/
http://coisasqueamamos.com/2013/03/11/diario-de-viagem-hong-kong/

VIETNÃ

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Minha primeira parada no Vietnã foi em Hanói. Foi uma parada rápida, mas deu pra conhecer alguma coisa e entender o motivo da fama de capital caótica. O trânsito de lá é uma loucura. Não tem mão e contramão. Não tem faixa de pedestre, nem sinal de trânsito. Cada um vai pra onde quer, no ritmo que quer e rezando para não bater ou ser atropelado.

Comigo não foi diferente. Atravessei a rua rezando para conseguir chegar do outro lado. Isso porque eu estava andando na região do lago Hoàn Kiem, que é super turística. Aliás, esse é um ponto bem bacana para visitar. Além da pagoda, que fica no meio do lago, lá é possível ver também a ponte The Huc (fofa!) que leva ao templo do lago e o show de fantoches na água (que infelizmente eu não assisti).

Hanói tem muito mais coisa para conhecer, em especial, a parte história do Vietnã. Mas como a cidade era apenas uma escala pra mim, não deu pra ver muita coisa.

No dia seguinte fui para Halong Bay, o verdadeiro motivo pelo qual passei por Hanói. Comprei um cruzeiro de 2 dias e uma noite por lá e amei muito esse lugar. Ele é um dos patrimônios naturais do mundo, sabiam? Uma baía lotada de ilhas de pedra inabitadas com muitas lendas e histórias por trás. Um lugar lindo e, na minha opinião, imperdível.

No cruzeiro, as refeições são incluídas e alguns passeios também. Andamos de caiaque, visitamos uma gruta conhecida como “Amazing Cave”, fomos à um mirante de onde era possível ver toda a baía ainda aprendemos a cozinhar os rolinhos vietnamitas. Um passeio super bacana mesmo. Ah! Comprei aqui do Brasil mesmo, para garantir que não ia ficar sem.

Voltando de Halong Bay, fomos conhecer Ho Chi Minh, a antiga Saigon. Lá, eu sabia que iria conhecer e entender muito a respeito da guerra do Vietnã e foi exatamente isso que eu fui fazer lá.

Para o primeiro dia na cidade, fui conhecer o delta do Mekong. Passeio turistão, mas que rendeu fotos lindas desse lugar. No dia seguinte, fui conhecer os tuneis de Cu Chi, construídos pelos vietnamitas na época da guerra para conseguir escapar dos americanos. Lá, além dos tuneis, é possível ver os tanques, armadilhas e as armas usadas na guerra (e sim, você pode atirar com elas se quiser pagar por isso!).

Na volta conheci um pouquinho da cidade, como a Notredame, a prefeitura, um museu de guerra e uma Pizza Hut. Impossível resistir! Hehehehe
Posts completos:
http://coisasqueamamos.com/2013/04/08/diario-de-viagem-ho-chi-minh-city/
http://coisasqueamamos.com/2013/04/01/de-cruzeiro-em-halong-bay/
http://coisasqueamamos.com/2013/03/25/diario-de-viagem-hanoi/
http://coisasqueamamos.com/2013/03/28/rolinho-vietnamita-o-original/

CAMBODJA

dicas-asia-camboja-coisas-que-amamos

Falar pouco sobre o Cambodja vai ser difícil. Foi o lugar que eu mais gostei da viagem. Muito diferente de tudo que eu já vi e conheci. Visitei Siem Reap, a cidade que fica mais próxima dos templos. Exatamente por isso, ela foi construída para atender aos turistas. No centrinho você encontra todos os tipos de restaurantes, mercados (noturno e diurno), bares, nights e muitas lojinhas.

Nos templos, a regra é clara: cada um tem seu tempo. Eu fiquei 3 dias inteiros e acho que foi tempo suficiente. Conheci os templos durante 2 dias e no terceiro dia, conheci a cidade e uma vila flutuante. Comprei tudo no hotel: carro, motorista e guia para os templos e carro com motorista para me levar à vila. Foi a forma mais confortável que encontrei. Mas ir de tuk tuk também é uma opção e você pode negociar isso lá com os milhares de tuk tuks que terão ao seu redor.

Meu roteiro ficou assim:
Dia 1 - Big Circuit + Bantay Sarey
Dia 2 - Small Circuit
Dia 3 - Elephant Ride + Old Market + Floating Village

Post completo: http://coisasqueamamos.com/2013/04/16/diario-de-viagem-siem-riep-camboja/

TAILÂNDIA

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Meu objetivo na Tailândia era relaxar, por isso mesmo ela ficou como o último destino da viagem. Comecei minha viagem por Phi Phi, que eu continuo achando que é o paraíso na Terra. Lugar que combina tudo que eu mais amo num lugar de praia: água limpa e quentinha + fervo noturno.

Phi Phi ficou famosa depois de Maya Bay, aparece no filme “A Praia” com Leonardo Di Caprio. É sem dúvidas o lugar mais famoso da ilha, mas muito longe de ser meu preferido. Alugamos um long tail boat e conhecemos várias ilhas e praias da região. Todas lindíssimas, mesmo! Passeio “tem que fazer” de lá. Fiquei 2 dias e meio e podia ter ficado mais. O lugar é incrível.

De Phi Phi seguimos para Samui, uma ilha bem maior e com mais infraestrutura. É de lá que saem os barcos para Ko Tao, uma ilha deliciosa que tem ali perto. E é a vizinha Ko Phangan que realiza, uma vez por mês a Full Moon Party, uma festa maneiríssima, que atrai milhares – sem exagero – de turistas, que acontece na beira d´água de uma das praias da ilha.

Por ser uma ilha grande, Samui oferece várias opções de entretenimento como ótimos restaurantes e lutas de muay thai. Claro que eu não perdi a oportunidade e fui curtir uma luta tradicional de lá. Uma das coisas que eu mais gostei em Samui foi visitar os templos. Foi lá que eu vi os templos mais lindos que podia imaginar que veria. Fiquei realmente maravilhada. Lá, também vi um monge mumificado que é uma espécie de santo para os locais e foi lá também que fui massageada por um elefante. Pois é, tem entretenimento para todos os gostos.

Como íamos voltar para o Brasil por Bangkok, deixamos a cidade por último. Eu já sabia que não ia amar, e realmente não amei. Achei a cidade muito suja e feia, mas nem por isso não tem seus encantos. Palácios, budas, templos… pra quem gosta de conhecer um pouco mais sobre a religião budista aqui é o lugar certo. Fiquei dois dias e meio lá e acho que pra conhecer bem, 3 dias são suficientes. Passei um dia e meio conhecendo todos os pontos turísticos e o outro dia fazendo compras, afinal, de todos os lugares que visitei (exceto HK) esse era o único com  lojas conhecidas. Estava com aquela vontade de comprar incubada há 20 dias, foi mais forte que eu.

Uma coisa que eu recomendo muito é que você vá ao Sirocco Bar, o bar do “Se Beber não Case 2”. Se a grana estiver curta e não der pra você jantar por lá (que é caaaaro!), vá apenas para tomar uns drinks, eles tem um bar só pra isso. Mas não deixe de fazer reserva pra garantir. O lugar é muito bacana e tem uma vista incrível da cidade.

Posts completos:
http://coisasqueamamos.com/2013/05/08/full-moon-party/
http://coisasqueamamos.com/2013/05/02/diario-de-viagem-samui-tailandia/
http://coisasqueamamos.com/2013/04/24/diario-de-viagem-phi-phi-tailandia/

Ufa! Espero que vocês tenham gostado desse super resumo que preparei para as meninas e que se animem para fazer essa viagem também. Eu amei tudo que vi, tudo que conheci, todas as experiências que vivi e realmente acho que valeu muito a pena.

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Bem, se a gente já tinha vontade antes, imaginem como a gente não ficou depois de ler e reler tudo isso?

5
abr
2013

Trip tips: Provence

Europa, Trip tips, Viagem

Mais uma sexta-feira chegou e um novo Trip Tips está no ar! Esse é para quem gostou do post da rota romântica na Alemanha que o João Alberto, padrinho da Jô, fez. Hoje ele contou sobre sua viagem à Provence na França!

Vamos lá?

A região da Provence localizada no sul da França é um destino turísico famoso por diversas razões. Muitos a conhecem pelas famosas pinturas dos impressionistas, como Paul Cézane e Van Gogh,  que lá estiveram durante parte de suas vidas  atraídos pela luminosidade da região. Também atrai turistas que desejam conhecer suas pequenas e encantadoras cidades ou vilarejos. As vinículas da região, como a famosa Chateauneuf-du-Pape,  os campos de lavanda na época das flores (final de junho ao inicio de julho), também são outras justificativas para a viagem.  Dos charmosos estilos de arquitetura das cidades até a existência de monumentos construídos na região durante o império romano tornam a Provence uma região que merece ser visitada.

A região é muito extensa considerando-se a quantidade de atrações existentes, o que pode requerer uma viagem de longa duração. Como alternativa, pode-se também conhecer a região em mais de uma viagem, conforme a disponibilidade e intenção do visitante.

A nossa viagem teve como objetivo conhecer parte da região a partir da cidade de Avignon, onde nos hospedamos no excelente Hotel d’Europe. A escolha da cidade de Avignon foi definida pela sua localização, facilidade de acesso à outras localidades devido às diversas linhas de trens que passam pela cidade, bem como pelo seus atrativos, principalmemte por ser uma cidade encantadora, pronta para receber os turistas.

A seleção dos lugares a serem conhecidos para uma viagem de poucos dias à Provence, além de ser pessoal, é uma tarefa complicada, já que sempre ficará faltando algum lugar importante, que poderá ser visitado, numa outra oportunidade se for o caso. Assim elaboramos um roteiro que incluiu, além de Avignon, a visita às cidades de Arles e Orange utilizando transporte de trem e um tour para visitar as pequenas e encantadoras cidades de Roussilon, Gordes e Les Baux-de-Provence e a espetacular Pont de Gard.

Avignon também é conhecida  por ter sido sede da Igreja Católica no século XIV. Lá viveram os sete papas franceses, desde o papado de Clemente V, que mudou a residência de Roma para Avignon. Uma das atrações da cidade é o Palais de Papes, edificado como residência papal nesse período. A cidade antiga, onde se pode encontrar seus principais pontos turísticos, é toda cercada por 4 km de muralhas que possuem 37 torres e 7 portas principais. Outro ponto de grande interesse é a ponte St-Bénézet, ou Pont d’Avignon, que possui apenas a metade construída. Avignon possui uma excelente rede hoteleira, restaurantes de todos os tipos bem como um comércio excelente, especialmente para os apreciadores de objetos de artes.

Arles se situa à aproximadamente 40 km de Avignon, podendo chegar facilmente de trem ou mesmo de carro. Os pontos turísticos principais da cidade são os monumentos construídos quando ela fazia parte do Império Romano.  Les Arénes e Le Théatre Antique são as construções mais representativas dessa época. Outro lugar de grande interesse é a Igreja de St. Trophine do século 12. Há também o L’Espace Van Gogh, que embora não tenha nenhuma obra do pintor, possui uma livraria, espaço de exibições e o Café Van Gogh. Esse local é uma homenagem ao pintor que lá viveu por 15 meses, tendo pintado centenas de quadro no período.

Situado na cidade de Orange, a menos de 30km de Avignon, o Théâtre Antique é um impressionante monumento da época do império romano e um dos mais bem preservados da Europa. O Teatro possui uma parede externa de pedra como fundo do palco, com cerca de 103m de comprimento e 36m de altura, surpreendendo os visitantes pelas suas grandes dimensões. Essa espetacular construção do inicio da era cristã com capacidade para até 7.000 espectadores é utilizada nos dias atuais para grandes espetáculos teatrais, óperas e concertos.

Um dos monumentos mais espetaculares construídos na Provence durante essa época é a Pont du GardFoi construída sem utilização de argamassa como parte de um aqueduto de 50km destinado a transportar água de Uzés à Nîmes, possuindo 49m de altura e 275m de comprimento. Essa imensa estrutura, considerada como uma obra-de-arte técnica e artística, está situada em um parque com estacionamento, restaurantes, áreas para piquenique e um museu.

Além dos monumentos construídos na época do império romano, a Provence possui inúmeras cidades muitos interessantes de todos os portes que merecem ser visitadas. Cada uma dessas charmosas cidades ou mesmo vilarejos possuem suas peculiaridades e atrativos próprios, possibilitando ao visitante uma séries de alternativas de passeios.

A pequena Roussilion, situada à 50km de Avignon, encanta os viajantes pelos diversos tons ocres de suas construções. Povoada por ateliers, bistrôs e restaurantes, Roussilon é um típico vilarejo da Provence.

À cerca de 10km de Roussilion se encontra Gordes, outra típica cidade da região. As construções de Gordes eram no início feitas de pedras colocadas uma sobre as outras sem a utilização de argamassas, característica singular desse recanto provençal. Gordes também possui uma atmosfera bastante propícia e muito popular entre os artistas, que procuram a região para viverem.

Les Baux-de-Provence é uma das cidades da Provence mais visitadas pelos turistas. Foi construída no século 10 como uma fortaleza, possuindo uma situação privilegiada no topo de uma montanha, proporcionando vistas magníficas da região. Um passeio por Les Baux é uma viagem no tempo que deve ser vivenciada por todos aqueles que visitam Provence. É recomendável visitá-la cedo pela manhã ou no final da tarde, quando a cidade não está muito lotada com pessoas que a visitam durante todo o ano.

O viajante que deseja visitar Provence não deve deixar de considerar no seu planejamento diversos outros lugares de destaque como Aix-en-Provence, charmosa cidade da região, Nîmes e Uzes para os interessados nos monumentos construídos durante do imperio romano, e a Riviera e os Alpes Marítmos com  seus respectivos atrativos que com certeza proporcionarão uma viagem inesquecível.

Deu muita vontade de conhecer a Provence! Sem falar nos queijos e vinhos, que devem ser ainda melhores que os de Paris. <3

15
mar
2013

Trip Tips: onde pesquisar hotéis

Viagem

Semana passada fizemos um Trip Tips com dicas de compra de passagens aéreas. Para nossa surpresa, o post foi um sucesso de acessos e seguindo essa linha resolvemos compartilhar mais experiências de planejamento de viagem com vocês.

Para quem não sabe eu, Jô, sou a louca das listas. Acho que organizar a viagem é uma das coisas que mais me desligam do trabalho e dos afazeres da rotina, por isso, tenho uma série de hábitos ligados a essa tarefa. Meses antes de viajar já tenho listadas algumas programações, todas as reservas impressas/confirmadas e as principais roupas da mala enumeradas. Por isso, resolvi dividir de novo as minhas experiências, desta vez ligadas a estadia.

Booking.com

Sempre inicio por esse site, uso seus serviços desde 2008. Nele procuro ver as notas, reviews e localização, e nunca fui enganada no custo/benefício. Esse é o site que guia a minha pesquisa, eu começo por ele e depois de fazer as comparações, muitas vezes termino por ele. 

Uma coisa que eu sempre faço é verificar se o site do hotel tem um preço diferente do Booking.com, que as vezes tem promoções exclusivas! Também vejo se o Decolar oferece algo diferente, usei ele para reservar hotel apenas uma vez e confirmei a reserva numa boa!

Trip Advisor

Esse é válido apenas para pesquisar notas, reviews, localização, etc! Sempre costumo dar uma olhada no TA, para ver se o hotel que vou escolher é mesmo legal. Uma das coisas boas desse site é que além das fotos de divulgação do hotel, eles têm as fotos dos viajantes, que são mais próximas da realidade. Vai que, né… Nele não é possível fazer reserva.

Hostelworld.com

Pra quem for fazer mochilão ou estiver pensando em fazer uma viagem mais em conta, na minha opinião, esse é o melhor site para procurar albergues. As críticas são ótimas e bem verdadeiras. Quando fiz mochilão em 2008, fiz todas as minhas reservas pelo Hostel World e não tenho do que reclamar.

Quanto aos problemas, já aconteceu de o hotel não achar a reserva feita pelo Booking uma vez, mas foi num caso barato e simples de resolver. Depois disso, aprendi a sempre confirmar com o hotel toda e qualquer reserva assim que eu recebo o e-mail de confirmação de sites assim!  Eu sei que é uma dica boba, mas conheço muita gente que já teve problemas pois não verificou as datas, a localização (comparando o endereço da reserva e o do site) e tudo mais que é necessário. É melhor se stressar antes da viagem do que durante!

Como deu pra ver, não dei dicas de apartamentos. Tenho alguns links para compartilhar, mas confesso que só alugo quando tenho a dica de gente que já usou a agência ou o locatário antes. Acho que esse papo fica para depois…

A Ca também tem uma dica muito boa:

Agora é a Carla falando. :) Queria dar uma dica, mas já vou adiantando que ela só funciona pra quem é corajosa(o).

O Hotwire é um site que você escolhe a localização que você quer ficar, o número de estrelas e clica em pesquisar. Então, o site vai te dar todas as opções que eles têm, e as vezes os preços são bem baixos. O único problema é: você só fica sabendo qual é o hotel que você vai ficar DEPOIS do pagamento ser confirmado! Durante a pesquisa, você fica sabendo sobre as acomodações, as comodidades, as políticas, mas eles não dizem o endereço. Tenso, né?

Bem, realmente é difícil um hotel 4 a 5 estrelas ficar numa área estranha, mas sabe a história de quando a esmola é demais o santo desconfia? Pois é, mesmo tendo um exemplo do nosso lado de gente que já fechou nesse site mais de 3 vezes e nunca se arrependeu, eu e marido ainda não tivemos coragem.

Infelizmente o Hotwire funciona apenas nos EUA, mas se eu não me engano, o Last Minute tem a mesma proposta, só que para a Europa!

Essas são algumas das nossas dicas! E quais são as de vocês?