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1
ago
2014

Trip Tips: Casamento em Las Vegas

Estados Unidos, Trip tips, Viagem

Já tem um tempo que eu guardo uma vontade quase secreta de casar em Vegas. Fui fortemente influenciada por filmes e seriados e, desde então, trocar alianças lá entrou na minha “bucket list”. A diferença entre vida real e televisão é que o casamento celebrado pelo Elvis Presley sempre é mostrado como algo impulsivo, louco, engraçado e memorável. Como até então eu nunca tinha conhecido alguém que tivesse vivido a experiência, pedi para a Silvia, nossa leitora mais que assídua, para contar aqui no blog como foi seu casamento em Vegas!

Resultado…fiquei com mais vontade ainda!

Beijos!

Carla

A Carla me pediu faz algum tempo que eu escrevesse como foi casar em Vegas, mas o que amaioria das pessoas não sabe é que eu sou meio tímida, por isso esse texto levou tanto tempo para “nascer”.

Bem, Erick e eu casamos no dia 31 de outubro de 2009, sim a data foi proposital, aqui no Rio, com direito a Igreja, festa, músicas lindas, padrinhos se “pegando”, entrada em grande estilo na Confeitaria Colombo, pedido de casamento no meio da festa, família e amigos. Enfim, foi tudo do NOSSO JEITO. Foi o dia mais feliz da minha vida, pelo menos até hoje, mas eu nunca quis fazer tudo de novo, sabem? Eu queria outras festas, outras comemorações, porque aquele dia nunca seria igual novamente.

Ok, como chegamos a Vegas, então? Bem, um dos nossos padrinhos foi morar nos EUA, casou e com uma sobra de milhas resolvemos visitá-los na nova casa deles em Orange County.

Decidimos então passar a Páscoa em Vegas juntos e saímos daqui, passando por alguns dias de muitos musicais em NYC, para encontrá-los lá. Nunca tínhamos ido a Vegas e obviamente, a primeira coisa que você nota quando chega no aeroporto é o jogo. Depois vem a Celine Dion, o Cirque de Soleil, mas claro, todo mundo lembra também dos casamentos em Vegas.

Ainda no Brasil, decidi deixar que o Erick cuidasse dessa parte. Confesso que fiquei meio tensa, pois sou meio “controladora” – risos – e, portanto, ele começou a ver as opções. Bem, o que você mais encontra, especialmente se estiver com dinheiro, é opção para casamentos diferentes em Vegas.

Logo de cara, descobrimos que era mais fácil optar pela renovação de votos do que pelo próprio casamento em si, pois a burocracia era muito menor. Eu dei duas opções: ao estilo nerd (somos nerds assumidos, fazer o que?) ou a experiência mais tradicional de todas: a Little White Wedding Chapel. Erick optou pela tradição e decidimos que casaríamos no mesmo local onde já casaram Frank Sinatra, Paul Newman, Bruce Willis e até Britney Spears!

casando-em-las-vegas

Como noiva, escolhi dois vestidos, minha grinalda e uma flor de tecido que pertenceu à minha avó. Acabei casando com o vestido azul mantendo a tradição de “Something old, something new, something borrowed e something blue.”

Casar de verdade com papel passado em Vegas é um pouco mais complicado e trabalhoso, mas a opção da renovação pode ser tão real quanto um casamento normal. No nosso caso,
pegamos um pacote simples, sem Elvis, com um pastor cristão que pergunta sua religião antes de realizar a cerimônia. Optamos pelo modelo tradicional mesmo.

Nossa cerimônia foi simples: entramos de mãos dadas, repetimos os votos tradicionais que ouvimos em tantos seriados, falamos nossos próprios votos – eu escolhi um poema de EE Cummings que é importante para a gente e ele falou na hora – tivemos troca de alianças novamente e claro, o mais esperado, o “I DO”!

E sim, é Vegas, é brega, é engraçado, mas é emocionante. No nosso caso, foi super especial, pois tivemos a sorte de termos pessoas que gostamos muito como nossos Best Man e Maid of Honor. E eu não escolheria outro casal para acompanhar a gente nesse momento tão especial, mas ao mesmo tempo tão divertido, é preciso entrar na brincadeira, segurar as alianças, o “buquê”, posar para fotos bobas e ter bom humor. E, como não pode faltar, acabamos ganhando de presente um jantar com direito a brinde de espumante e tudo! Muito chique!

Casar, hoje em dia, não é algo necessariamente para sempre e é por isso que eu gosto de um ensinamento Wiccano que diz devemos renovar nosso compromisso e vontade de ficar juntos todo ano. Então por que não aproveitar algumas datas mais significativas e fazer algo um pouco mais diferente e especial? E sim, mesmo com todos os problemas que temos ou que estamos passando, continuamos querendo acompanhar o outro nessa jornada.

Bem, se alguém tem planos de viajar para os EUA com o marido ou ir para a Vegas, eu
recomendo a experiência. De preferência se puder marcar uma viagem com mais pessoas
acredito que sua experiência será ainda mais divertida, pois é sempre bom ter aqueles que
amamos com a gente em momentos especiais das nossas vidas.

É aquilo, eu não pretendo casar de novo em Vegas – tenho outros planos para os 10 anos ;) – mas faria tudo de novo sem pensar duas vezes! E se não dá para ir com ninguém, hoje existe a opção de transmitir ao vivo a cerimônia, afinal é Vegas e o que você quiser e puder pagar, está a sua disposição.

Agora, se você não tem uma “cara metade”, recomendo ir para Vegas assim mesmo. Aqui
no blog mesmo existem várias dicas legais e a cidade que nunca dorme de verdade, é uma
diversão garantida! Festas, restaurantes bons – eu fui no restaurante do meu chef “preferido” – espetáculos – nos fomos ao Love, Cirque de Soleil do Michael Jackson e num show de Pin Up Burlesco com direito à coelhinha da Playboy – e claro, casamentos! Lá tem sempre alguém casando, esbarramos com várias noivas de vários estilos e isso nem estávamos na “avenida” das capelas, mas na White Chapel é possível ver o cadillac cor-de-rosa do Elvis e várias noivas para todos os gostos. Até as mais simples como eu!

Beijos!! =*

Silvia

25
jul
2014

Trip tips destino de julho: Granada

Europa, Viagem

Os posts trip tips de sexta feira seguem firmes e fortes. Cada dia que passa estamos mais felizes com essa coluna. São dicas nossas, dicas das amigas, experiências distintas, reflexões sobre viagem e muito mais, agora criamos uma novidade mensal.

Uma vez por mês vamos dividir um destino especial com vocês (inicialmente destinos para onde já fomos, depois vamos compartilhar destinos “desejo de consumo”). E ao invés de focar em um diário de viagem, com todas as dicas e detalhes de sempre. nós vamos eleger uma cidade, um destino, para dividir com vocês 10 motivos para visita-lo.

Essa ideia me veio à cabeça depois de navegar nessa lista de 50 lugares incríveis para se visitar. Eu conheço 18 das 50 cidades e todas realmente são muito especiais. Quem ama viajar vai curtir essa relação.

De primeira, eu fiquei com vontade de dividir com vocês 10 motivos para se visitar um lugar desses onde nos sentimos felizes só de andar nas ruas. Eu escolhi falar de Granada, uma cidade na região da Andaluzia na Espanha.

1 – Porque é uma pérola de influências mouras na Espanha!

granada Alhambra

Queria ter feito milhares de fotos do jardim Generalife, um passeio lindo.

2 – Porque  é uma das cidades mais lindas da Andaluzia!

granada castelo

Nos arredores do castelo.

3- Porque Alhambra é um castelo que vale a pena conhecer, diferente da grande maioria dos castelos da Europa Ocidental.

Alhambra

Durante o passeio na Alhambra (tem que marcar hora).

4- Porque o jardim Generalife (do castelo) utilizado pelos Nascidas muçulmanos é lindo.

Granada-3

Generalife é um dos jardins mais lindos que já vi, com referências de arquitetura que só havia visto em fotos.

5- Porque tem um mirante chamado “San Nicolas” que vale a pena visitar no ponto mais alto do bairro de Albaicín.

foto

Vista do Mirante San Nicolás

6 – Porque também vale a pena passear pelo bairro de Albaicín  e suas ruas e casas branquinhas, interessante para se caminhar. Ver a vista e relaxar.

granada-bairro-albaicín

Minha amiga Jucha com o bairro ao fundo.

7- Porque a arquitetura da cidade (em diferentes bairros) é uma graça! As ruas dos bairros residências, do centro e afins são lindas. A catedral é imperdível e os arredores são uma delícia para quem gosta de caminhar.

foto centro de granada

Foto do centro, emprestada do fotógrafo  Alfio Garozzo

8- Porque em toda a cidade você nota a Sierra Nevada ao lado e a vegetação completa. Um cenário perfeito como só a natureza consegue fazer.

vista granada

Vista para a Sierra Nevada

9 – Porque o por do sol é algo imperdível, assim como o nascer do sol.

granada

por do sol em Granada | foto da internet (não tive bateria para fotografar)

10- Porque Sevilla não fica longe e também é imperdível.

Sevilla Reales Alcazares

Um dos lugares mais lindos de Sevilla (que é toda linda), Reales Alcazares | foto internet

Se você gostou dos motivos eu recomendo pesquisar sobre esse destino, a região da Andaluzia é muito mágica, com uma atmosfera única, alegre e fresca. Sentimos uma alegria especial ao andar pelas ruas da cidade, mesmo durante o inverno.

A quantidade de dias necessárias depende do ritmo dos viajantes, eu acho que dá para variar entre 2 a 4 dias, visando conhecer um pouco de tudo que a cidade tem a oferecer.

Granada foi o destino desse mês de Julho. Espero que tenham gostado!

Curtiram a ideia do destino do mês? Podem falar, viu?

Beijos

Em 2010 a cidade apareceu num trip tips de diário de viagem, sem grandes detalhes, mas quem quiser ler mais sobre ela pode vir aqui.
18
jul
2014

Trip tips: como eu organizo minhas viagens

Trip tips, Viagem

Para mim, tão bom quanto viajar, só planejar a viagem! Todo ano organizo minhas férias mais ou menos do mesmo jeito e é sempre uma etapa que eu amo participar ativamente!

memórias de uma viagem a paris

Alguns recortes, memórias e diários de viagens que fiz de Paris. Gosto do exercício de anotar os principais detalhes para não deixar a cabeça esquecer de cada experiência separadamente. Paris pode até continuar a mesma, no entanto, a cada visita minha, eu era uma pessoa diferente!

Eu amo viajar e esse é um exercício que eu faço desde pequena, mas minha vida mudou quando eu fui para Nova York no ano 2000. De lá para cá, eu venho planejando as mais diferentes viagens e de 2007 em diante comecei a encará-las sozinha, sem mãe ou qualquer outro familiar. Aliás, foi em 2007 que eu passei praticamente o ano inteiro planejando como seriam meus 2 meses na Europa em 2008. Foi ali, naquela experiência, que aprendi tudo que eu precisei saber até hoje sobre planejar uma viagem.

por do sol em praga

Praga em um dos fins de tardes mais agradáveis do meu mochilão.

Como eu não estava acostumada com a ideia de viajar de mochila, estudei e planejei (com as amigas que me acompanharam) albergues, passagens, hotéis, trens, ônibus e tudo mais que precisamos para viver aquela aventura. Lemos muitas resenhas, fóruns e críticas até escolher cada detalhe. Já contei um pouco como faço para lidar com os sites de passagem e de hospedagem aqui no blog, mas não é aí que minha viagem começa.

Um planejamento de viagem se inicia quando os passageiros definem o destino, o que não é uma tarefa fácil. Em geral, eu defino o local de acordo com a época do ano. Se eu só puder viajar em maio ou outubro, prefiro apostar em cidades mais urbanas do Hemisfério Norte. Agora, se os dias livres forem entre julho e setembro, eu fico entre os destinos de praia da Europa ou os hot spots de inverno da América do Sul. Quem quer viajar pelo Brasil encontra menos problemas, o clima é bom quase o ano todo, só vale ficar de olho para não pegar épocas de chuvas no destino escolhido.

Tem momentos em que passar frio tem sua graça! | Com minhas amigas em Viena, fevereiro de 2008.

Tem momentos em que passar frio tem sua graça! | Com as amigas em Viena, fevereiro de 2008.

NYC pier 17

“NYC congelante” como as pessoas costumam dizer. | Com a Carol em Janeiro de 2009

Quando defino a época logo descarto para onde não é legal de ir durante a estação, assim fica mais fácil… Ai é só consultar o orçamento, a lista dos destinos dos sonhos e pronto, achar o ponto de encontro dessas duas informações.

Para definir o orçamento de uma viagem eu calculo: preço da passagem por pessoa + preço do hotel por pessoa + preço por dia por pessoa + (opcional) orçamento de compras. Tudo isso junto me ajuda a definir se eu conseguirei ou não ir para o destino escolhido. Sempre levei em conta quanto do meu salário eu juntaria até a data (sempre deu certo), mas agora como autônoma, não estou achando fácil fazer esse cálculo, mas isso é assunto para outro post!

Definido o destino eu começo a pesquisar as datas e preços das passagens, como contei aqui. Normalmente compro com 5 ou 6 meses de antecedência. Durante a pesquisa de voos, eu começo a espiar os hotéis para ver a média de preços e entender se a “conta fecha”. Fechando, está tudo certo!

cadernos de viagem

meus caderninhos de viagens, cada um pertence à um destino, a uma viagem específica.

Passagem comprada, eu começo a real pesquisa detalhada pelo hotel. Vejo blogs, ligo para as amigas que foram e leio tudo que é possível e imaginário sobre os 3 mais fortes candidatos. Já acertei muito e errei apenas uma vez, então sempre recomendo tentar de tudo para garantir que o hotel escolhido atenderá as suas expectativas. Também contei um pouco dos sites que uso para pesquisar e reservar aqui.

Esses são os passos mais importantes, nos quais os preços sobem muito, de um dia para o outro. A partir dessas definições, acredito que a pesquisa entra na zona de conforto (com menos adrenalina) e aos poucos os demais detalhes podem ir sendo definidos.

Claro que existem vários tipos de viajantes: aqueles que vão sem pesquisar e vão fazendo o que der na telha, os que planejam o máximo de coisas possíveis, e ainda tem aqueles que ficam entre um e outro: que vão com a pesquisa super bem feita, mas com espaço para mudar de ideia ou conhecer algo que não estava no plano.

Eu acho que já fiz todas as opções acima e, sem dúvida, a que mais me frustrou foi o “viajante sem pesquisa, totalmente perdido”. Fiz isso em Londres com o namorado no ano passado e nos divertimos muito, mas no fim não consegui mostrar 1/3 do que eu queria para ele. Foi bom? Claro! Mas confesso que gosto mais quando pesquiso muito e planejo bastante!

Se a viagem é de praia, eu coloco menos coisas na lista de programas. Deixo para perguntar “as boas” da temporada no hotel e relaxo mais. Se a viagem é de inverno ou mesmo outono, eu já faço listas com muitas opções de programações. Em qualquer um dos casos eu levo muitas opções de restaurantes (eu e o Gu amamos sair para comer, é um dos nossos programas favoritos)

Sempre consulto todas as minhas amigas, todos os blogs que gosto e em 80% dos casos, compro um livro (tipo lonely planet, para garantir). Nessa hora eu garanto que estamos sabendo o que temos de opções e elejo as nossas prioridades. Também adoro fazer pesquisa no Instagram, em perfis de pessoas que eu curto acompanhar o “estilo de vida”.

{ nota da blogueira: Cada grupo de pessoas tem suas prioridades, meu conselho é: alinhe expectativas com quem vai com você e escolha bem seus amigos. Eu já fiz muitos (bons) amigos viajando,  mas já passei um perrengue tragicômico por fazer uma viagem com alguém que eu não conhecia bem}

Também separo um caderninho onde coloco os dados da viagem: seguro saúde, dados do voo, localizador, passaporte e infos do hotel. Depois de tudo isso anotado, eu começo as minhas listas:

Alimentação:
- Restaurantes maravilhosos ou badalados para jantar (nesse caso, sugiro melhor reservar com antecedência, de preferência já do Brasil!)
- Restaurantes legais para almoçar
- Opções boas, baratas e menos turísticas para ver se estarei por perto
- “fast foods” imperdíveis (tento fazer essa lista sempre curta)

Lugares para ir: Pontos turísticos ou qualquer outra coisa “tem que ir para dizer que esteve no lugar”, ruas que quero visitar, lojas, etc. Assim consigo definir passeios de acordo com a vizinhança. Acho que sempre é bom ver as exposições temporárias na cidade em questão, assim como temporadas de ópera, shows ou esportes, essas coisas que se você estiver no lugar certo, na hora certa, super compensa (também têm que ser comprados/reservados com antecedência).

{ nota da blogueira: Para mim, “todo esse esquema” dá muito certo para as primeiras vezes num lugar. Depois que você já conheço bem a cidade, relaxo mais!  Por exemplo, em Paris, costumo repetir muitas programações clichês, mas misturo com algumas novidades. Muita gente me pergunta o motivo de inovar pouco e a resposta é: eu não consigo. Nesse caso só listo as novidades e o que eu sei que não posso perder, o resto deixo para decidir lá.

Na outra ponta do caderno vai minha lista de compras e/ou encomendas que não podem ficar para trás!

joana cannabrava em paris

Place des Vosges + Marais, um dos programas que eu não canso de repetir | Paris, julho de 2012

Ok, se você leu esse post até aqui, deve estar me achando uma viajante chata, mas eu juro que não sou. Mas prefiro ter sempre todas as opções na manga e escolher não fazer nada a querer fazer algo e não saber por onde começar!

Mas confesso que a partir dessa linha, eu acho que rola um certo exagero – e olha que eu nem sou virginiana!

Estou falando da minha base de looks, que eu faço para evitar levar coisa demais (nem sempre eu consigo, depois que virei blogueira piorou bem). E agora vem o pior de tudo – mas que me ajuda muito: eu anoto absolutamente tudo que eu vou levar. Looks e suas analises combinatórias, remédios, maquiagens, produtos de beleza e sapatos.

Minha política é ir com uma mala grande e levar também uma mala saco (que vai dobrada dentro da mala maior) para roupa suja ou eventuais excessos de bagagem e pronto, tudo certo para o check in. E sim, eu sou dessas que embala a mala no plástico (quem não conhece o caso da viagem de Vegas pode não entender o motivo de tanto cuidado, mas desde esse dia, sempre faço isso).

Chegando no destino, eu procuro um bom concierge no hotel e faço as reservas que faltam e busco saber tudo sobre o transporte público do local. Eu sou entusiasta do ônibus em lugares como Londres e Paris, no mais, fico no eixo metrô-taxi e normalmente dá certo. Quando eu fico em apartamento alugado eu busco essas informações com quem me entrega as chaves.

Outra dica de viagem que costuma me ajudar bastante é perguntar os pratos de maior sucesso nos restaurantes, mas não posso negar que o Foursquare nos ajuda bem nessa parte!

Não sei como tem gente que não curte pesquisar o que vai fazer na viagem, eu sou completamente apaixonada por isso. Sim, eu sei que deu pra ver.  Como eu falei, não existem regras. Acho bom ter um planejamento mas acho fundamental seguir os instintos e o fluxo natural da viagem.

passeio em mykonos joana cannabrava

Um registro da viagem de Mykonos, uma das melhores viagens da vida. | Junho de 2013

Por exemplo, ano passado na Grécia, seguimos duas dicas da Ca em Mykonos (hotel + restaurante), no mais mudamos todo o planejamento da lista na hora. Já em Santorini, fizemos tudo que estava escrito. Seguimos o coração nos dois casos e tudo deu certo.

Viajar é seguir suas emoções, instintos, abrir a cabeça e ver o mundo com outros olhos, é bom viver a experiência por inteiro!

giverny

Ah! Viajar também é realizar sonhos, como quando fui visitar a casa de Monet em Giverny | Julho 2012

Espero que o post tenha sido menos aleatório do que ele pareceu pra mim. ;)

Beijos

Obs: Quis misturar alguns momentos de diferentes viagens com vocês, definitivamente teriam muitas outras que mereceriam estar aqui. Quase todas (se não todas) viraram post de alguma forma e é uma delícia poder registrar tudo para compartilhar com vocês e, por outro lado, ter guardado para a posteridade. 
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