16
out
2014

Tory Burch: bolsa – fleming – amarela!

Acessórios, Bolsas

Durante a viagem de NYC um grupo de bloggers foi visitar a Tory Burch da Madison Avenue. A loja começa com um primeiro andar (de morrer) cheio de bolsas e acessórios, depois subimos para as roupas e sapatos e, por fim, fomos para o andar vip onde as celebridades e pessoas muito importantes experimentam roupas e fazem compras. Se antes eu considerava o ponto forte da marca em acessórios, depois dessa visita, passei a achar que ela gera um desejo na moda por completo.

Nessa visita eu trouxe para casa um dos modelos da “Fleming medium bag“. Essa bolsa me ganhou por dois motivos: a cor & o modelo.

Vocês BEM SABEM que eu sou apaixonada por bolsas com alças transversais, dessas que podemos usar “caída” no ombro ou mesmo cruzada. Depois da Soho Disco Bag , que eu considero um dos melhores modelos da atualidade no quesito tamanho/espaço, eu fiquei com vontade de mais bolsas com esse tipo de alça e que tenham um tamanho apropriado (dessas que são pequenas mas cabem tudo). E foi assim que eu conheci o meu novo amor!

fleming As tais cores que me deixaram tão em dúvida!

Nesse meu momento eu me vi em uma das escolhas mais difíceis da viagem de setembro: escolher uma cor para minha bolsa Fleming! Foram 4 que me deixaram balançada e me fizeram pedir ajuda a todos os universitários. Por fim, me decidi pela amarela, mas acabei me consolando que em novembro essas cores dela chegam ao Brasil.

Look-da-jo-fleming blusa H&M | blazer Carina Duek | calça Zahvin | rasteira Vicenza
 Já deu para entender que é amor?

Essa amarela custa U$465 (sem taxas) nos EUA, assim que ela chegar na Tory Burch do Village Mall vou atualizar o preço por aqui. A verdade é que eu acho que em muitos casos as bolsas da marca têm um custo benefício legal, vale a pena espiar. A marca é forte e cheia de informação de moda.

Bom, desde que a escolhi a minha não paro de curti-la! Confesso que agora queria ter uma outra cor dela, uma cor diferente ou a Fleming Mini. Separei duas bolsas da linha que já prenderam minha atenção…

fleming-tory-burch-mini-metalicaEstou morrendo com a mini de verniz e a prateada, mas ainda acho que a mini bordeaux é a mais chique aquisição possível.

Ok, já deu para perceber que a Fleming me pegou de jeito, né? <3 Vocês podem ver a linha toda aqui, tudo é lindo, da tote à carteira!

Beijos

Jô 

 

16
out
2014

Cabelos: CC Cream 12 em 1 da Vizcaya

Beleza, Cabelo, Jabá que nós amamos:

Todo mundo sabe que nós duas somos as loucas do cabelo, né? O mais engraçado é que temos cabelos completamente diferentes e amamos experimentar novos produtos, as vezes um fica bom em uma, nem tanto na outra e por aí vai.

Hoje a gente vai falar da experiência com um produto que é legal por ser para todo tipo de cabelo, uma novidade e lançamento da Vizcaya. Um CC cream “all in one”  que propõe trazer 12 benefícios para o cabelo, sendo alguns deles fundamental para o dia-a-dia de QUALQUER mulher moderna.

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Você é a viciada do secador, babyliss ou chapinha? Ele tem protetor térmico. Você está com as pontas do cabelo super secas? Ele hidrata os fios. A textura do seu cabelo anda meio áspera? Ele trabalha a maciez do fio. Você vai andar muito na rua nesse verão? Ele tem proteção UV!

Esses são apenas 4 dos 12 benefícios que ele traz para a vida de quem usa. Quis enumerar 4 itens que me fariam comprar 4 produtos diferentes, ou seja, nem cheguei na metade e o produto já está valendo muito a pena.

O mais legal é que ele é mesmo para todo tipo e comprimento de cabelo. Como diz a embalagem, as doses indicadas são: 1 pump para cabelos curtos, 2 pumps para cabelos médios e 3 pumps para cabelos longos.

vizcaya-33 pumps e uma textura cremosa mas nada pesada.

E como foi usar o produto? O Resultado?

Como muitas de vocês já sabem, eu tenho o cabelo quimicamente modificado. Naturalmente meu cabelo seria cacheado, com um fio bastante difícil. Há anos eu aliso com diferentes produtos e, por isso. meu cabelo acaba tendo química + pontas secas. Dado que esse é o meu caso, eu estou usando 3 pumps mesmo com o cabelo médio. E deu super certo comigo.

Eu tenho abusado muito do calor nos fios, então meu primeiro teste foi com o calor. De cara achei que protegeu o fio, quando lavei ele estava normal, sem sofrer os danos no babyliss. Meu segundo teste foi o mais “tenso”, como ficaria meu cabelo secando naturalmente e usando o CC Cream como leave-in? Meu cabelo não reage bem a qualquer produto sem enxágue, e para minha surpresa, foi um ótimo efeito.

cabelo-liso-natural-joAssim ficou meu cabelo depois de secar naturalmente, gostei bastante de como as pontas ficaram depois de secas!

Eu lavei o cabelo normalmente, sequei na toalha e passei o produto. Fiz meu coque de costume para soltar com mais movimento e deu tudo certo. Eu conferi a maciez, o brilho (mais que o normal, mas meu cabelo já brilha bem), a reparação das pontas mais secas (achei elas mais seladas), senti a redução de pontas duplas e os fios mais soltos. Foi sem dúvida um dos melhores leave-ins que testei ultimamente. Em creme, leve, mas não tão leve a ponto de não ter eficácia, já acho que esse lançamento vai ficar no hall dos meus queridinhos.

Para saber T-U-D-O sobre ele é só passear pelo site. Nele vocês vão encontrar dicas de como usar e, para as interessadas, ainda é possível comprá-lo! Ele custa aproximadamente R$49,90, mas o custo benefício é muito bom.

Para quem também gosta da marca: o CC Cream faz parte da família de produtos “Especialista de Vizcaya”. Essa linha conta com produtos desenvolvidos com as maiores novidades da indústria capilar e a ideia é trazer a mágica do salão para dentro de casa. Tirando por esse produto, já fiquei interessada no resto da família!

Beijos

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15
out
2014

Book do dia: A Massai Branca, de Corinne Hofmann

Book do dia, Lifestyle

Ai, como eu amo dicas de vocês! O BDD de hoje veio da Taise, que em um comentário super sucinto, me deixou curiosíssima pra ler esse livro. Vou até copiar o que ela escreveu, vai que vocês também se interessam logo de cara!

É uma história real de uma Suíça que vai para a África de Férias com o namorado e lá se apaixona por um guerreiro da tribo massai.. Ela resolve abandonar tudo e ir viver no Quênia em uma tribo no meio do nada, uma cultura completamente diferente …é instigante é a Biografia da Corinne Hoffman.

resenha-livro-massai-branca-corine-hofmannPara começar, eu sou apaixonada por histórias reais e essa me interessou. Quando eu vi a capa, porém, fiquei tensa. Minha veia designer é bem cri cri com esse lado e eu julgo mesmo um livro pela capa, por isso, quando vi, logo achei que podia ser algum desses romances eróticos que você acha na banca de revista.

Assim que eu comecei a ler, vi que não iria por esse caminho, em compensação, achei que seria uma história meio fantasiosa, daqueles amores quase impossíveis que ultrapassam todas as barreiras, dignos dos filmes de amor mais melosos (e deliciosos! Eu adoro, mas prefiro esse tipo de história no cinema rs). Também me enganei, e acho que todas essas minhas expectativas quebradas me fizeram gostar ainda mais do livro!

A verdade é: achei Corinne muito doida, e admirei isso nela. Ela largou trabalho, família, amigos, namorado e até mesmo o conforto da vida urbana para viver sua paixão avassaladora em um vilarejo no meio do Quênia, sendo que ela não falava a língua (na época, nem inglês ela falava direito!), não conhecia a cultura e não conhecia o estilo de vida, que era completamente diferente (mas completamente diferente mesmo!). Na verdade, acho que corajosa definiria ela melhor, mas doida também serve! rs

O que eu mais gostei no livro, porém, é que ela foi muito realista. Ela não largou tudo e desde então sua vida foi maravilhosa. Ela conta sobre as dificuldades de adaptação, os costumes que ela não entendia, as doenças que ela teve (subnutrição, malária e hepatite!), inclusive todos os problemas que ela teve com Lketinga, o guerreiro massai que fez ela largar tudo.

massai-branca-lketingaImaginem só? Choque de cultura, realidade, tudo!

O único ponto do livro que eu não curti muito mas não chegou a me incomodar é que propositalmente, alguns diálogos não foram traduzidos e ficaram em inglês, imagino que seja para ilustrar melhor a relação dos dois. Não são muitas, e geralmente são frases simples. Para quem sabe a língua, isso não é um problema, mas acho que deve ser bem chato para quem não sabe inglês.

Não quero falar muito mais para não estragar o livro, mas quem gosta de uma história real, pode ler sem medo! Quem já leu, pode dividir suas impressões aqui também! :)

Beijos

Carla

 

 

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