20
out
2014

Wee: Moda com curvas!

Moda, Publieditorial

Quem acompanha o blog desde o início sabe que a gente super apoia uma moda para todas as mulheres, de todos os tamanhos. Eu, Jô, não só já vesti 46 como também acompanho minha mãe que veste 46/48, e sei como é delicado encontrar roupas que se encaixem no dia a dia de qualquer mulher com um tamanho acima de 44. Encontrar roupas legais muitas vezes se torna um desafio, e achar opções diferentes e com informação de moda para quem veste um número maior do que o padrão nem sempre é tarefa das mais fáceis.

wee-fashion-curvesVestido preto

Por isso, é sempre bom descobrir marcas que estão pensando nesse público alvo, né? Com o conceito de Fashion Curves, a Wee! é a marca com tamanhos grandes da Malwee.

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camiseta estampa tropical | camisa ombro vazado | blusa peplum

Na parte masculina, os tamanhos variam de 46 a 58, enquanto na feminina, a grade vai do 44 a 54. E a ideia da marca é justamente vestir uma mulher segura, feliz, que conhece sua beleza e sabe valorizá-la.

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vestido floral | vestido quadriculado | vestido jeans com cinto

Quem veste entre 44 e 54, pode navegar pelo site e  buscar o que gosta. O que mais me chamou a atenção na parte feminina foi a parte de calças e de vestidos longos, mas vale dar uma olhada na loja e ver o que mais se encaixa no seu estilo, claro!

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legging | calça jeans skinny | calça sarja skinny

Você pode encontrar peças da Wee na loja online e em vários revendedores do país. A marca também posta muito conteúdo nas redes sociais, no facebook + no twitter e Pinterest (<3 <3 <3). Sem falar na mais queridinha de todas: o instagram (@weeoficial). A marca também tem seu canal no youtube.

Adoro ver a moda criando para todos os tipos de mulher, curti muito o conceito da Wee!

Beijos

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19
out
2014

Trip tips: minha peculiar São Francisco!

Estados Unidos, Viagem

Quem notou que eu não dividi minhas dicas de São Francisco, não estranhou errado. Hoje faz exatamente um mês que eu sai de lá e eu ainda não tinha conseguido parar para refletir como seria meu primeiro texto sobre a cidade.

Eu tenho que dividir com vocês minhas programações, os passeios, os visuais, os bares e, claro, as compras.  Escolhi aproveitar a viagem da NYFW para esticar e conhecer essa cidade que uns amam e outros odeiam (quase simples assim) e fiquei 4 dias inteiros por lá.

Antes da gente seguir com o texto, eu acho que vale mencionar que eu adoro NYC e curto várias coisas nos EUA. Ainda assim, sou uma pessoa que se encontra por completo na Europa, seja nos destinos mais exóticos ou numa praia onde possa sair nadando, sem risco de tubarões, obviamente…

Joana-em-san-fan

No meu caso, eu me enquadrei no time que adorou São Francisco. Não é um sentimento como o que tenho por Paris, Londres ou Mykonos, é um amor com ajustes de expectativas… Dentro do que era possível, eu adorei a cidade, me apaixonei pela Golden Gate, adorei suas trilhas e parques. E já estou fazendo planos para voltar e conhecer Sonoma e Napa.

O primeiro motivo pelo qual São Francisco caiu nas minhas graças se deu pela loucura e irreverência da cidade. Quando você anda a pé, de cable car, de ônibus ou metrô, é possível notar uma mistura muito grande de pessoas “comuns”,  vivendo suas rotinas comuns, com um grupo de pessoas que eu só consigo descrever como muito figuras. Dos perfeitos estereótipos dos amigos de Tupac, até moradores de rua falando sozinhos ou mesmo loucos de carteirinha, daqueles que você acha que estariam melhor em um hospício.

Não consigo esquecer que uma das primeiras coisas que vi ao andar pela cidade foi um homem de aparência normal pegar um tênis do chão e cheirar a meia. Depois disso eu pensei: “que lugar peculiar!” (afinal a cena se dava numa rua normal, de um bairro comum) e desde então, essa perspectiva não saiu da minha cabeça. Mais e mais coisas foram acontecendo para corroborar com essa impressão e eu fui me divertindo em perceber a cidade com esse olhar.

Na rua, uma senhora ficou me encarando e falando coisas para si mesma (não consegui entender o que era), na praça, um senhor oriental ficou me olhando de cima a baixo e começou a tentar se comunicar comigo…em chinês (!) e num café, um ex viciado (com aparência de ainda viciado) deu uma palestra sobre os traficantes do lugar. Ah, também teve no ônibus dois caras que mais pareciam personagens de 8 Mile e que ficaram nos encarando com seus dentes de ouro e roupas de tendência oversized. Uma coisa eu preciso DEIXAR CLARO: em momento algum parecia que alguém iria fazer alguma coisa conosco, tudo foi estranho, mas aparentementeseguro e engraçado. Só que diferente do habitual.

Esse foi o lado mais doido que eu pude notar em São Francisco, um acúmulo de “malucos beleza” em uma cidade que, pra mim, foi super segura e dividida. Afinal, quando você saía da área mais cheia e ia para um lugar residencial, mais chique, não era possível ver nada disso, tudo parecia invisível aos olhos dos moradores.

Tirando a peculiaridade que pude notar em alguns lugares da cidade, tudo me pareceu muito comum. Um ótimo lugar para quem quer viver uma experiência turística diferente do óbvio.

A língua local? O inglês, mas muita gente fala chinês e espanhol, por isso, nos transportes públicos todo anúncio é feito nas 3 línguas. Outra coisa legal é a China Town de lá. Como é uma das maiores comunidades chinesas dos EUA (se não a maior), o bairro dedicado às pessoas dessa descendência apenas tem placas em símbolos, é super legal ver um pedaço da Ásia em plena Califórnia.

san-fran

A verdade é que São Francisco é incrível por misturar gente de todo o lugar, em uma cidade onde é possível viver a natureza no meio de um centro urbano, com praia, baía, muitos parques, trilhas e visuais muito especiais. Sem falar nas subidas e descidas que malham qualquer perna (eu voltei com as pernas muito trabalhadas).

Eu amei muitas coisas na cidade, dos programas mais comuns como o Pier 39 + Fisherman’s Wharf, o passeio no Golden Gate Park, o fim de tarde na Castro, as comidas com pegada mexicana, a casinha de Full House, a fábrica de chocolate, entre outras coisas. Vou contar tudo que fiz no próximo Trip Tips.

baker-beach

O que eu não imaginava é que meu programa favorito na cidade toda seria uma trilha/caminhada, que durou 4 horas e meia. Nela vimos a Golden Gate, ponte mais linda que eu já vi, de todos os ângulos possíveis imaginários, de longe, de perto, nela, do outro lado… Até caminharmos numa mata (de filme) e chegarmos numa praia, a Baker Beach. Lá sentamos no sol e admiramos o cenário, com gente vestida e gente pelada na maior paz.

cable-car

Nessa hora entendi a miscelânea que é São Francisco. Uma cidade para gays, para amantes das galerias de arte, para os interessados em tecnologia, para os viajantes que amam conhecer o mundo (além de fazer compras) e para aqueles que querem ser quem desejam sem nenhum tipo de máscara.

Eu tive um guia único e não posso negar que ele fez 100% de diferença na minha aventura em San Fran! Meu amigo Lucas Pinheiro mora na cidade e dividiu comigo muitas coisas especiais sobre o lugar. Com certeza no segundo post sobre a cidade, eu vou contar tudo que fizemos e dar dicas de bares, compras e passeios.

Só não queria chegar compartilhando meu roteiro antes de falar o que mais me impressionou nessa cidade tão única que se chama São Francisco.

Se você, como eu, ama notar detalhes do comportamento humano, sem dúvida precisa prestar atenção nos detalhes da cidade. Apesar da esquisitice, é uma experiência única, posso garantir!

Beijos

Obs: Preciso dar os créditos a alguém que quase nunca me ajuda. Obrigada a você São Pedro, com frequência o senhor sabota minhas viagens (sempre em Londres). Dessa vez não vi a esperada névoa em SF, só desfrutei de sol, calor, céu azul, noite fresca e vento gostoso. 
17
out
2014

Hering: Roupas não vivem sem você!

Moda, Publieditorial

Quem nunca se viu querendo comprar um vestido novo para aquele primeiro encontro que promete? Ou então para estar linda em alguma grande festa ou comemoração? Mesmo dando tanta importância a esse momento de “auto indulgência” – que é sempre uma delícia, vamos combinar  – a realidade é que, sem a gente, as roupas não passam de um pedaço de tecido no cabide. E por que estamos filosofando isso?

Porque na outra semana nós duas estivemos juntas em São Paulo para um evento muito especial. Na terça-feira rolou uma exposição onde pudemos viajar no tempo e ver de perto a primeira camiseta da marca, que data de1910, e a sua versão atual. Além disso, ficamos conhecendo o novo manifesto da Hering, sua nova coleção de alto verão e a campanha “Roupas não vivem sem você”.

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A primeira camiseta, datada de1910, com um reforço no colo, já que era feita para ser usada dentro da camisa, como proteção. 

O manifesto foi uma excelente forma de começar a noite, ele apresenta a nova campanha da marca e tem tudo a ver com a moda nos dias de hoje.

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Aliás, a história do conforto foi outro ponto que nos chamou a atenção, a importância dele. Vocês sabem que sempre buscamos isso em nossos looks, mas nesse dia, acabamos percebendo que, na realidade, o confortável vai muito além das roupas ou da sensação. Quando você se sente bem consigo mesma, é aí que você está realmente sentindo o conforto. E provavelmente não existe coisa melhor que esse sentimento!

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Como se isso não fosse o suficiente para nos identificarmos totalmente com essa nova fase da Hering, ficamos conhecendo a nova campanha: “Roupas não vivem sem você”. E mais uma vez, parecia que tinha Carla e Joana escrito embaixo!

Segundo a marca, na nossa interpretação, “dentro do armário nenhuma roupa tem história. Quando você veste, a história muda.”. E quem acompanha nossa história sabe o quanto as nossas mudanças são refletidas no nosso guarda-roupas e o quanto nossos looks nos ajudam a mostrar quem realmente somos, quais são nossos valores.

A verdade é que somos o melhor cabide para nossas roupas se expressarem, é através da gente que os looks ganham vida e nós precisamos deles para viver de verdade o mundo ao redor. Nossas roupas não vivem sem a gente e, por isso, não poderíamos ter achado essa campanha mais pertinente e mais atual, que nos lembra de viver intensamente, de verdade, a vida lá fora.

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E nossos looks do evento foram esses!

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E estávamos de Hering, claro! Tirando os acessórios! ;)

A verdade é que é uma delicia ver a Hering reinventar seus básicos, trazer informação de moda aos seus looks e ainda assim manter o conforto e a qualidade. A gente cresceu ouvindo que a Hering fazia um bom básico, perfeito para a gente viver, curtir e brincar e émuito especial viver isso de outra forma!

Agora é com cada um de nós, sua roupa não vive sem você!

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